2021-07-03 09:00:11 Fluxo de Caixa English Fluxo de caixa direto e indireto são dois métodos diferentes de elaboração desse instrumento contábil. Entenda tudo sobre cada um! https://quickbooks.intuit.com/br/blog/br_qrc/uploads/2021/07/fluxo-de-caixa-direto.jpeg https://quickbooks.intuit.com/br/blog/fluxo-caixa/fluxo-de-caixa-direto-ou-indireto/ Entenda a diferença entre fluxo de caixa direto e indireto %%sep%% %%sitename%%

Fluxo de caixa direto ou indireto? Entenda as diferenças entre cada um

16 min de leitura

Fluxo de caixa direto e indireto são dois métodos de elaboração desse instrumento contábil. Entretanto, nem todo empresário utiliza esse tipo de processo em seu negócio. Existem dois motivos que fazem isso acontecer: o primeiro é o desconhecimento sobre o assunto e o segundo é a falta de ferramentas tecnológicas para tal finalidade.

Pensando na importância desse tema, nós resolvemos preparar este conteúdo. Então, resolveremos a primeira dificuldade apresentando todos os pontos desse conceito. Em seguida, vamos mostrar como o fluxo de caixa direto e indireto pode ser feito com o uso da tecnologia. Dessa forma, solucionamos o segundo problema mencionado. Acompanhe!

O que é o fluxo de caixa?

A organização financeira é fundamental no dia a dia das empresas. Para fazer esse tipo de operação o empresário conta com uma série de ferramentas. O fluxo de caixa é uma das principais, sendo útil no planejamento e no controle financeiro da organização.

Em outras palavras, é um processo cujo objetivo é projetar e apurar o saldo disponível em caixa. Assim, ele utiliza uma série de conceitos para o próprio cálculo. Esse processo pode ser dividido em dois: fluxo de caixa direto e indireto. Mais adiante, trataremos em detalhes cada um deles.

Para que ele serve?

O objetivo principal do fluxo de caixa é controlar os recursos que entram e saem da empresa. Contudo, esse foco inicial é fracionado em outros. Por exemplo, essa ferramenta visa garantir a manutenção do capital de giro. Assim, a empresa não corre o risco de ficar sem recursos para pagar as suas contas, como salários de colaboradores, tributos e fornecedores.

Com um fluxo de caixa bem montado é possível fomentar investimentos no negócio. Isso porque permite planejar reformas, adquirir equipamentos e implementar melhorias na empresa. Nesse contexto, é preciso reunir:

  • Todos os recebimentos, sejam eles provenientes de cartão de crédito, cheques, transferências eletrônicas, vendas a prazo, entre outros;
  • Todos os pagamentos, como despesas, custos e outros tipos de gastos;
  • Previsões de recebimentos ou pagamentos.

Nesse caso, essas são as informações gerais que compõem o fluxo de caixa. Contudo, os modelos direto e indireto podem utilizar dados distintos, como veremos ainda neste artigo.

Como o fluxo de caixa auxilia na gestão financeira?

O fluxo de caixa proporciona uma visão ampla da gestão financeira da empresa. Com ele, é possível trabalhar o momento presente e prever o futuro do negócio. Assim, o empresário é capaz de antecipar decisões importantes. Na maioria das vezes, elas têm um impacto positivo nas finanças.

Alguns exemplos básicos são: a redução de gastos que comprometem o lucro, o planejamento de investimentos, entre outros. Em geral, essa ferramenta é capaz de demonstrar a capacidade financeira real da companhia.

Desse modo, o empresário não corre riscos de tomar decisões equivocadas devido à falta de informações, como contratar empréstimos que não é capaz de pagar. Outra situação é firmar compromissos com fornecedores sem analisar as entradas de recursos.

De modo geral, a estrutura do fluxo de caixa depende da empresa e de suas necessidades. O resultado desse processo deve ser o saldo disponível de recursos: dinheiro em caixa ou depositado em uma conta bancária da empresa.

Isso significa que o saldo final do fechamento de caixa deve ser obrigatoriamente compatível com essas duas contas. Portanto, para que a gestão financeira obtenha esses benefícios é imprescindível existir essa compatibilidade de dados. Caso contrário, o gestor pode tomar decisões equivocadas acreditando que estão corretas.

O que é o fluxo de caixa direto?

Agora que você entendeu o conceito geral desse instrumento contábil, vamos mostrar os seus métodos ou tipos. Inicialmente, abordaremos o fluxo de caixa direto, que aponta todos os valores que a empresa movimentou: tanto os pagamentos quanto os recebimentos.

Nesse sentido é possível visualizar os resultados brutos do negócio de forma clara. Para tanto, ele utiliza um conceito contábil que você precisa conhecer. Estamos falando do regime de caixa, que pressupõe a contabilização das contas no momento em que elas ocorrem.

Por exemplo, imagine que você faz uma compra a prazo. Nesse caso, o registro no fluxo de caixa ocorreria apenas no pagamento da fatura. Ele é diferente do regime de competência que registra o ato no dia da compra.

Independentemente do pagamento ou não, é possível visualizar os seus resultados de forma clara ao utilizar o regime de caixa. Hoje, esse é o regime de mensuração de valores mais utilizado no meio empresarial.

A principal vantagem do fluxo de caixa direto é a velocidade de obtenção de dados atualizados, o que faz dele uma ferramenta muito útil. Mas para esse método funcionar é preciso considerar a sua estrutura, que é dividida em:

  • Atividades operacionais, como os recebimentos de clientes e pagamentos a fornecedores, as despesas administrativas e outros gastos;
  • Atividade de investimento, tais como as compras direcionadas ao ativo permanente, o recebimento de dividendos etc.;
  • Atividades financeiras, como financiamentos, empréstimos, integralização de capital, distribuição de lucros etc.

Como é feito o fluxo de caixa direto?

Esse método de execução do fluxo de caixa é composto por movimentações de entradas e saídas existentes no Balanço Patrimonial. Ele também utiliza alguns dados da Demonstração de Resultados do Exercício (DRE).

Nesse sentido, cada conta da DRE apresenta uma contra partida do Balanço Patrimonial. Por exemplo: a receita bruta (existente no primeiro demonstrativo) ou as duplicatas a receber (presentes no Ativo Circulante do segundo).

Se todas as vendas da empresa forem a prazo e nada for recebido, o saldo de suas contas a receber seria a soma do valor inicial e da receita bruta. Com essa informação em mente, vamos imaginar o exemplo de mensuração do fluxo de caixa direto.

Para tanto, suponhamos que uma empresa tenha os seguintes dados:

  • Vendas à vista: R$ 500,00;
  • Pagamentos a fornecedores: R$ 150,00;
  • Pagamento de empréstimo: R$ 100,00.

Nesse sentido, teríamos a seguinte composição:

  • Atividades operacionais: R$ 500,00 – R$ 150,00;
  • Atividades de investimento: R$ 0,00;
  • Atividades de financiamento: R$ 100,00;
  • Saldo final do caixa: R$ 250,00.

Esse é apenas um exemplo para você entender como o fluxo de caixa direto funciona na prática. Assim, além de saber que existe R$ 250,00 em caixa, o gestor pode rastrear o caminho do dinheiro. Portanto, ele sabe quanto foi gasto com a operação do negócio e com despesas financeiras. Além disso, é capaz de reconhecer o montante aplicado em investimentos.

Além disso, é preciso saber que essa modalidade de apresentação do fluxo de caixa é mais aceita pelos órgãos de fiscalização e registro. Especialmente nesse caso, o empresário deve entender que essa ferramenta serve para:

  • Identificar as contas do Balanço Patrimonial que têm relação com a DRE;
  • Apurar o saldo final hipotético, ou seja, o montante inicial da conta do Balanço Patrimonial que foi acrescido por aquelas relacionadas na DRE;
  • Comparar o salto hipotético com o real;
  • Apurar se ocorreram diferenças e qual é o impacto sobre o caixa da empresa.

Nesse sentido, é importante entender que existem movimentações que não transitam pelo resultado. Entretanto, elas apresentam impactos no caixa da empresa. Logo, você deve incluí-las na demonstração do fluxo de caixa. Assim, é preciso obter informações adicionais dessas operações, como a captação e liquidação de empréstimos.

O que é o fluxo de caixa indireto?

Depois de entender o fluxo de caixa direto é preciso tratar da segunda modalidade, ou seja, o indireto. É sabido que os gestores buscam soluções concretas visando o planejamento de caixa e o corporativo. Afinal, estes são elementos cruciais na obtenção de informações para a tomada de decisões.

Nesse sentido, além de agregar o modelo que já mencionamos é preciso entender como funciona o fluxo de caixa indireto. Em suma, ele consiste em analisar as variações ocorridas nessa conta em um período, geralmente no início e fim de um ano fiscal.

Além disso, são realizados alguns ajustes para que seja possível mensurar uma parte do lucro líquido. Esse processo é importante para identificar a quantidade de recursos que circulou pelo caixa da empresa. Outro ponto importante é a sua composição: assim como o modelo anterior, o indireto também utiliza as atividades operacional, de investimento e financeira.

Entre as suas principais utilizações nós podemos destacar:

  • Potencial de geração de caixa;
  • Capacidade de pagar as suas contas geradas com a operação;
  • Possibilidade de conversão do lucro em recursos em espécie;
  • Efeito dos investimentos e dos financiamentos na lucratividade da empresa.

Nesse sentido, o conceito apresenta vantagens interessantes quando analisamos as movimentações da empresa. Entre eles podemos citar os aspectos financeiros que afetam a geração e a manutenção de recursos no negócio, especialmente os que são mantidos em caixa.

Como esse processo funciona na prática?

A elaboração do fluxo de caixa no modelo indireto requer alguns tipos de análises. Trata-se de uma tarefa relativamente simples. Afinal, ela segue uma sequência muito lógica, o que facilita o seu entendimento e execução prática. Confira como essa estrutura funciona:

  • De início, é preciso calcular a diferença entre as contas do ativo e passivo. Além disso, é necessário apurar os valores do Balanço Patrimonial no início e fim do período analisado;
  • Partindo do lucro líquido, é preciso fazer os ajustes de caixa. Por exemplo, apurar a depreciação e as demais contas que impactam os recursos disponíveis;
  • Em seguida, insira a diferença obtida no primeiro passo. Esse valor deve ser colocado no grupo correspondente — operacional, investimentos ou financiamentos;
  • Além disso, é preciso ter cuidado nos lançamentos de empréstimo. Você não pode se esquecer dos juros envolvidos na operação.

Por fim, basta somar todos os grupos respeitando a origem da operação: se é de aumento ou diminuição de caixa.

Quais são as diferenças entre cada um deles?

Como você pôde perceber, o fluxo de caixa direto e indireto têm formulações muito semelhantes. Contudo, é importante ter em mente que são métodos utilizados em momentos distintos de um negócio.

Também existe a possibilidade de combinação de métodos. Dessa forma, o gestor pode comparar ambos os modelos de fluxo de caixa. Assim, você será capaz de analisar essa conta de forma abrangente, identificando pontos que podem ser alterados de acordo com cada tipo de análise.

O método direto apresenta uma vantagem interessante devido à sua facilidade de aplicação. Afinal, ele é elaborado com o Balanço Patrimonial e a DRE do início e final de um período.

Enquanto isso, o fluxo de caixa indireto é mais utilizado para a análise da evolução da empresa em relação às suas movimentações patrimoniais. Por meio desse processo é possível identificar a necessidade de recursos circulantes.

Nesse sentido, a indicação mais utilizada do método indireto é na identificação das atividades operacionais de uma empresa, sobretudo as de médio e longo prazo, nas variações que elas geram no caixa.

Por outro lado, o fluxo de caixa direto foca no curto prazo. Para isso, ele se baseia em movimentações, vendas, pagamentos, recebimentos etc. Diferentemente do indireto, que observa simulações de cenário que estabelecem retratos do futuro.

Em outras palavras, o método direto identifica o montante total de entradas e saídas. Já o indireto evidencia a variação das contas. Sendo assim, são fatores fundamentais no acompanhamento das finanças da empresa. Em especial na identificação de suas necessidades de recursos para honrar com compromissos e pagamentos.

Quando optar por cada tipo?

Uma dúvida que pode ter ficado na mente do empresário é sobre a escolha entre um dos métodos. A grande verdade é que não existe a hipótese de escolher entre ambos. Os dois devem ser utilizados na empresa, mas em momentos diferentes do negócio.

O método direto pode ser muito útil no dia a dia da companhia, ou seja, para mensurar entradas e saídas de recursos. Isso pode ser percebido na necessidade de dinheiro para honrar compromissos de curto prazo.

Outra utilização desse método é na elaboração do fluxo de caixa projetado. Com ele, o empresário saberá quanto precisa de dinheiro para garantir a sua operação, fazer investimentos ou pagar empréstimos e financiamentos.

Agora quando analisamos o indireto estamos tratando de objetivos distintos. O seu foco é entender os processos financeiros que ocorreram em um período e projetar cenários para o futuro. Podemos citar como exemplo os novos investimentos para aumentar o faturamento da empresa, os pontos fracos que precisam ser fortalecidos, entre outros elementos.

Nesse sentido, o objetivo não é escolher um entre os dois, mas utilizar ambos em momentos diferentes na gestão da empresa.

Como fazer uma boa gestão de fluxo de caixa?

Agora que você já aprendeu tudo sobre os métodos do fluxo de caixa, mostraremos como fazer uma boa gestão dessa ferramenta. Confira!

1. Estabeleça o período para realizar a gestão e análise do fluxo de caixa

O primeiro passo é determinar o período em que a análise será executada. Nesse caso, é preciso avaliar alguns detalhes importante: de início, essa definição deve considerar os dois modelos. O fluxo de caixa direto, por exemplo, pode ser feito com mais frequência, diária ou semanalmente.

O prazo de análise não pode ser muito grande. Afinal, se você demorar muito para fazer esse processo, talvez a empresa já tenha sido prejudicada. Sendo assim, a periodicidade deve ser menor nesses casos.

Por outro lado, o método indireto pode ter um espaço maior de elaboração, porém, não deve ser tanto tempo. O ideal é que ele seja mensal ou bimestral, por exemplo.

2. Registre todas as movimentações

Outro passo importante — independentemente do método — é o registro de todas as suas movimentações. Afinal, é com esses dados que o fluxo de caixa será elaborado. Logo, a falha no registro desses elementos pode gerar vícios que invalidem o seu controle.

Nenhuma despesa ou receita deve ficar de fora, seja qual for o seu valor. Por outro lado, não é raro encontrarmos empresas que negligenciam certos valores. Alguns pensam que se trata apenas de poucos reais ou centavos. Contudo, o somatório de tudo pode gerar uma quantia considerável dentro do período analisado.

Logo, você deve criar um protocolo de registro de movimentações financeiras. O ideal é que esse trabalho funcione de forma integrada com o seu software financeiro.

3. Categorize as movimentações

Outro detalhe fundamental é a categorização de movimentações. Em outras palavras, significa colocar na parte operacional o que compete a ela, assim como os movimentos de investimentos e financeiros.

Apenas registrar entradas e saídas não é suficiente. Por isso, é importante que a categorização seja feita já no primeiro registro. Assim, fica mais fácil elaborar o demonstrativo posteriormente. Por outro lado, apenas inserir os dados no sistema de forma desordenada pode prejudicar a montagem do demonstrativo.

4. Faça um planejamento de curto, médio e longo prazo

A gestão do fluxo de caixa permite a realização de um bom planejamento na empresa. Tanto o método direto quanto o indireto. Nesse sentido, utilizando essas metodologias, você pode planejar ações para curto, médio e longo prazo.

Inicialmente, é possível prever necessidades financeiras para os próximos dias ou meses. Utilizando o método indireto o empresário será capaz de traçar planos para a obtenção de recursos para um período mais longo. Isso pode ser feito captando dinheiro com os sócios ou por meio de serviços bancários como a antecipação de recebíveis.

Além disso, facilita a gestão de investimentos na sua empresa, em especial com o método indireto. Dessa forma, é possível prever sobras de recursos que podem ser aplicados para essa finalidade.

5. Conheça bem os saldos bancários de suas contas

Para assegurar uma gestão eficiente e a manutenção do fluxo de caixa é preciso estar atento aos saldos bancários. Não é raro encontrar empresários que esquecem das suas contas quando se trata desse assunto, sobretudo devido ao nome da ferramenta.

Por se chamar fluxo de caixa, alguns acreditam que apenas os recursos em espécie fazem parte da gestão. Contudo, essa é uma ideia equivocada. O foco é no gerenciamento dos disponíveis: dinheiro físico ou aquele que está disponível em contas bancárias.

Afinal, muitas das operações realizadas no ambiente empresarial utilizam as funções disponibilizadas pelos bancos. Nesse sentido, a gestão desses elementos é essencial. Para fazer isso, você deve monitorar de perto todas as contas bancárias, independentemente das modalidades.

Contas-correntes, poupanças ou de investimentos com resgate automático: todas que têm recursos disponíveis devem ser controladas, compondo a sua gestão do fluxo de caixa. Assim, é interessante desenvolver o hábito de registrar as movimentações no extrato bancário, pois elas também servirão como base.

Negligenciar tais valores pode ser muito arriscado. Afinal, sem eles o seu fluxo de caixa estará viciado. Logo, você pode tomar decisões com base em informações completamente imprecisas. O impacto desse tipo de ação é ainda pior que decidir por meio de nenhum dado.

Nesse caso, você adota uma medida acreditando que ela está correta, porém, os dados utilizados para essa finalidade estão errados. Portanto, tenha muito cuidado com esses elementos. Jamais se esqueça de inserir informações bancárias em sua gestão do fluxo de caixa.

Como um sistema de gestão pode auxiliar nesse processo?

Para finalizar este artigo, mostraremos a importância do sistema de gestão financeira na elaboração desse demonstrativo. Ele deve ser utilizado como fonte de informações para o fluxo de caixa. Entretanto, nem todo o tipo de software funcionará de forma satisfatória.

É preciso que ele tenha algumas funções específicas, como o controle de entradas e saídas, emissão e acompanhamento de boletos e documentos fiscais. Assim, você terá noção de compras, pagamentos, prestação de serviços, vendas e recebimentos.

Com todos esses dados acessíveis o seu demonstrativo de fluxo de caixa é facilmente emitido. Sistemas como o QuickBooks são capazes de emitir relatórios customizados. Assim, você terá dados consolidados que servirão para elaborar o fluxo de caixa, entre outros demonstrativos.

O ideal é que todas essas informações estejam centralizadas em uma única solução tecnológica. Isso evita que você demore para elaborar o demonstrativo. Além disso, previne erros que podem colocar em risco a análise desse e outros elementos.

Nas empresas que já trabalham com esse processo o sistema de gestão financeira pode ajudar o gestor a entender como melhorar o fluxo de caixa. Assim, tornando-o mais simples, útil e intuitivo.

Por fim, podemos concluir que o fluxo de caixa direto e indireto são ferramentas cruciais para um negócio. Eles vão contribuir de forma direta para a gestão financeira da empresa. Contudo, é imprescindível contar com a tecnologia para a execução desses processos. Isso porque ela garante agilidade, praticidade e confiabilidade nas informações geradas.

Gostou deste artigo e quer continuar estudando sobre gestão financeira? Então, confira o post que preparamos para você. Nele, mostraremos como gerar relatórios financeiros utilizando o QuickBooks.

 

As informações podem estar resumidas e, portanto, incompletas. Este documento / informação não constitui, e não deve ser considerado um substituto para aconselhamento jurídico ou financeiro. Cada situação financeira é diferente e as informações oferecidas são gerais. Entre em contato com seus consultores financeiros ou legais para obter informações específicas sobre sua situação.

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