2021-03-12 18:05:53 Planejamento Financeiro English A DRE na Contabilidade é uma solução fundamental para a administração eficiente de uma empresa. Confira nosso guia e saiba como fazer... https://quickbooks.intuit.com/br/blog/br_qrc/uploads/2021/03/DRE-na-Contabilidade.jpg https://quickbooks.intuit.com/br/blog/planejamento-financeiro/dre-na-contabilidade/ DRE na Contabilidade: o que é e como funciona?

DRE na Contabilidade: o que é e como funciona?

16 min de leitura

Gerenciar um negócio exige uma boa organização na área de finanças. Pensando nisso, a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) na contabilidade é uma solução fundamental para a administração eficiente de uma empresa. A DRE é um documento que faz parte do calendário contábil anual da empresa e que tem como objetivo apurar qual foi o lucro do negócio no decorrer do exercício contábil.

Essa ferramenta é muito útil para bancos, investidores, governos e gestores de empresas, pois permite verificar exatamente o que precisa ser mudado para otimizar o setor de finanças. Quando a DRE retrata a real situação de uma organização, o gestor consegue atuar de forma mais eficiente. Preparamos este guia para que você possa saber mais sobre a DRE, entendendo o que ela é e para que serve, a fim de ter um bom andamento dos negócios. Confira!

O que é a DRE na contabilidade?

A DRE na contabilidade trabalha junto ao balanço patrimonial. Ela é considerada como o mais importante relatório contábil, uma vez que apresenta e detalha todo o resumo dos resultados da organização. No entanto, por mais completo e minucioso que um modelo de planilha DRE possa ser, é preciso ter uma certa competência dos conceitos contábeis para entendê-lo. Isso quer dizer que grande parte do seu público não compreenderá exatamente o que esses relatórios querem dizer, caso os receba sem a devida explicação.

Esse pode ser o seu maior diferencial competitivo: demonstrar os termos e a importância desse documento para seus clientes, mostrando que você é um parceiro estratégico que está apto para oferecer várias informações efetivas. Afinal, quando bem gerida, a DRE é uma excelente ferramenta, capaz de avaliar o desempenho dos processos internos da empresa (compliance) e a eficiência dos gestores em conseguir alcançar suas metas.

Se o lucro é a meta principal das companhias, nada melhor do que apresentar uma descrição do resultado do exercício. É necessário esclarecer os principais conceitos de atenção com altas despesas e apontar os meses em que houve um maior desempenho. É possível também promover uma análise tributária com a DRE e verificar probabilidades de diminuir a carga de impostos.

Como a DRE funciona?

A DRE na contabilidade é uma grande aliada do gestor. Por conta disso, compreender como usá-la é fundamental para uma gestão efetiva das empresas. Esse documento busca confrontar informações das receitas e das despesas, apontando o resultado líquido do seu desempenho e especificando a real condição operacional de um negócio.

Quando você usa esse controle como um método de gerenciamento empresarial, consegue analisar como anda a saúde financeira da sua corporação. Também é possível usar esses dados para tomar decisões que vão diminuir custos e fazer com que a empresa tenha um melhor faturamento.

Além do mais, a DRE é um documento essencial para agentes externos ao negócio. O Estado utiliza o relatório para verificar se os impostos foram calculados de maneira correta e faz um paralelo do lucro declarado na DRE com os lucros relatados pelos sócios no IRPF.

Essa declaração ainda costuma ser muito importante no momento de conseguir um auxílio extra: bancos e analistas financeiros podem solicitar o demonstrativo com o objetivo de analisar a situação da empresa e decidir se darão crédito ou não ao solicitante. Isso ao passo em que potenciais investidores o analisarão para ter mais segurança ao investir seu capital.

Juridicamente, o demonstrativo deve ser realizado todos os anos. Contudo, a empresa pode optar por fazê-lo de forma mensal, para melhorar o acompanhamento da administração, ou trimestral, considerando as obrigações fiscais.

Quais são os objetivos da DRE?

Bem mais do que apenas um documento contábil, a DRE na contabilidade é um instrumento administrativo que demonstra de forma simples como está a saúde financeira da empresa. Por meio da DRE, tomadores de decisão conseguem ajustar o investimento em determinados setores, buscando trazer equilíbrio para as contas do negócio.

Além disso, esse é um documento essencial quando o assunto é atender à legislação. Conforme as normas aplicáveis, sempre que a corporação for uma Sociedade Anônima (S.A), é necessário tornar suas DREs públicas pelo Diário Oficial da União.

Outra questão relevante sobre o seu objetivo é que os dados obtidos são necessários para preencher e enviar a declaração do IRPJ (Imposto de Renda para Pessoa Jurídica).

Como a meta é apresentar os resultados da empresa em um ano-exercício, a DRE também costuma ser solicitada por bancos e investidores a fim de verificar como se encontram as finanças de sua empresa. Dessa forma, essa ferramenta é usada para que eles entendam se é possível conceder empréstimos e financiamentos ou investir na companhia.

A DRE é um dos principais documentos referentes à saúde financeira da empresa, junto ao balanço patrimonial. Sendo assim, se o seu negócio ainda não utiliza a DRE, comece a se organizar para regulamentar a situação!

O que é lucro e o que é receita bruta?

Lucro, em sentido econômico, se trata de toda a receita ganha depois de um investimento em uma empresa ou projeto. No entanto, é necessário que as despesas do período tenham sido deduzidas.

Na estrutura de uma DRE na contabilidade, você pode realizar o cálculo do lucro bruto da companhia. Dessa forma, fica muito mais fácil enxergar o quanto sua empresa foi lucrativa por período, assim como sua receita financeira.

Em relação à receita bruta, seu cálculo é bastante importante, já que ele identifica o quanto de capital livre de impostos entra na corporação. Esse é um bom indicativo para medir se o seu negócio está tendo mais lucros do que prejuízos.

Como fazer a DRE na contabilidade?

Em primeiro lugar, para entender como fazer a DRE na contabilidade, é preciso reunir informações essenciais, além de uma estruturação correta do documento, realizando os cálculos apropriados. Porém, é interessante que algumas boas ações sejam desenvolvidas para que o demonstrativo alcance suas metas legais e seja entendido pelos gestores de negócios.

Como as sociedades por ações são normatizadas por regulamentos mais exigentes do que os demais modelos societários, a DRE na contabilidade prevista para as empresas é bastante completa. Ela serve como modelo de orientação até mesmo para outros segmentos empresariais.

Por conta disso, uma das formas de compreender os principais itens do documento fiscal é consultar o artigo 187 da Lei nº 6.404/76. A norma determina uma lista com os itens que precisam ser computados e os dados a serem discriminados, como receitas, despesas, lucro ou prejuízo operacional, entre outros.

Ao estipular esses parâmetros, a companhia contará com um quadro claro do desempenho no exercício fiscal. Isso será importante para a tomada de decisões e, em alguns casos, para conseguir mais aportes financeiros.

Pelas orientações do artigo 187 e dos principais itens da DRE na contabilidade, é fundamental que, antes de tudo, você crie uma checklist dos dados necessários, notadamente dos documentos que não estão disponíveis no setor contábil. Com sucesso, ao realizar os contatos com outras áreas, surgirá um prazo pertinente e a viabilidade de acompanhar o atendimento das solicitações.

Porém, se os livros contábeis estiverem corretamente organizados, a atividade tende a não ser um grande contratempo — principalmente se a corporação utiliza um software para coletar, entender e apontar os fatos contábeis de cada exercício.

Quais informações devem constar na DRE e qual a sua estrutura?

A DRE na contabilidade só pode ser estruturada por um contador habilitado junto ao CRC. É importante lembrar que sua sequência de dados precisa estar alinhada a um padrão quando realizada para cumprimento legal, não importando o porte ou a natureza do negócio.

Conforme a Lei nº 6.404/76, em seu artigo 187 (e sua modificação pela Lei nº 11.638/2007), as informações apontadas na demonstração são:

  • despesas com vendas, custos financeiros (deduzidos das receitas) e gastos administrativos, operacionais e gerais;
  • receita bruta de vendas e serviços, inserindo os abatimentos, as deduções das vendas e impostos;
  • resultado do exercício antes do imposto de renda e a provisão para esse imposto;
  • receita líquida das vendas e serviços, com o valor das mercadorias e serviços comercializados, além do lucro bruto;
  • lucro ou prejuízo operacional, como também de outras receitas e despesas;
  • valores referentes às debêntures, aos colaboradores, gestores e outros beneficiários, mesmo que no modo de instrumentos financeiros (como o BPO financeiro), às instituições, aos fundos de assistência ou à previdência de empregados;
  • lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do capital social.

Dessa forma, diversos cálculos precisam ser considerados no momento de realizar sua DRE na contabilidade. Veja, a seguir, alguns deles:

Receita de vendas

Refere-se a todas as vendas feitas pela companhia, seja de itens ou serviços. É importante salientar que não podem ser lançadas na receita apenas as vendas com entrada de dinheiro em caixa. O conceito de receita se encaminha à prestação correta do serviço, venda do produto ou MVP (Minimum Viable Product), mesmo sem considerar a ocasião do recebimento pelo seu pagamento.

Impostos e deduções

São especificadas todas as tributações que atingem as vendas, como ICMS, DAS e ISS, entre outros. Aqui também existe o conceito da incidência e não do pagamento, ou seja, serão escrituradas na DRE todos os impostos devidos, mesmo que não tenham sido pagos.

É preciso também considerar os tributos calculados sobre o lucro, como a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ). As outras deduções a serem emitidas se referem às vendas canceladas, às devoluções e aos descontos concedidos, quando acontecerem.

Receita líquida

Corresponde à receita bruta retirando os impostos e deduções.

Custos de venda

Engloba todo o valor investido na compra e venda de produtos que serão repassados para oferecer um serviço ao cliente. Algumas vezes o conceito de custos pode acabar parecendo um pouco vago.

Por exemplo: caso o negócio seja da área de engenharia e tenha sido contratado para realizar a planta de um prédio; e sendo que, para fazer essa planta, é necessário usar um programa específico, como o ERP, então o custo do software deve ser considerado como um valor para a companhia. Já se a empresa conta com um sistema de controle financeiro online, ele não entra como uma despesa, visto que ele não é usado para a promoção da prestação do serviço em si.

No caso de a empresa ser do setor de comércio, todo o gasto na aquisição dos itens é um custo, como frete e pedágios. Se a companhia tiver colaboradores, os vendedores serão considerados um custo. Sobre quem atua na área de gestão, como o departamento financeiro e o RH, esses são considerados despesas.

Lucro Bruto

Equivale à receita líquida retirando os seus custos.

Lucro Operacional

Corresponde ao lucro bruto menos as despesas.

Despesas

Trata-se de todos os gastos que não são considerados custos fundamentais para a manutenção das operações da empresa, como conta de água, luz e aluguel, entre outros. Elas podem se dividir entre despesas operacionais, de vendas, administrativas etc., de acordo com a organização e o controle de cada negócio.

IRPJ e CSLL

Esses tributos ficam isolados dos outros por incidirem expressamente sobre o lucro das corporações. No entanto, isso não vale aos optantes do Simples Nacional, já que eles acabam incidindo também sobre a receita bruta.

Receitas e Despesas Financeiras

Também ficam separadas em um grupo individual dentro da DRE para que não provoquem prejuízos na leitura do resultado operacional. É possível citar como exemplos de receitas financeiras os descontos obtidos e os rendimentos de aplicações. Em relação às despesas financeiras, elas são as multas e os juros liquidados por atrasos no recolhimento de impostos.

Receitas e Despesas não operacionais

É possível que haja receitas não referentes aos trabalhos principais da companhia, como a venda de um ativo imobilizado ou o recebimento de determinado prêmio dos sistemas de nota fiscal.

Nesse tipo de situação, essa receita é separada das outras para que fique claro na DRE da contabilidade o que o negócio conquistou com sua atividade principal. Da mesma forma, as despesas não operacionais também devem ser separadas para que o leitor da DRE entenda que esses eventos não estão inseridos nas operações principais e de rotina da empresa.

Pode-se citar como exemplos de despesas não operacionais multas de trânsito ou ambientais e despesas com doações concedidas e confraternizações.

Resultado do exercício

Refere-se à lucratividade ou prejuízo verificado depois do lançamento de todas as receitas e despesas mencionadas acima. Ocorrendo lucro, é possível distribuir aos sócios ou acionistas e ser declarado nos seus respectivos IRPFs.

Enfim, para fazer de forma correta a DRE na contabilidade com o objetivo de cumprir com as questões legais, vários relatórios, controles e cálculos devem ser realizados. Então guarde todos os comprovantes que fazem parte do seu negócio e acompanhe os registros do seu contador em cada procedimento.

Qual é a importância da DRE na contabilidade?

Após conhecer mais o papel da DRE, é hora de aprender qual a sua importância dentro da contabilidade das empresas. A Demonstração do Resultado do Exercício tem como foco disponibilizar às empresas os dados essenciais sobre a formação do lucro ou do prejuízo do exercício.

Assim, trata-se de um dos relatórios fundamentais que o contador precisa gerar. Isso pelo fato de que ele é usado por administradores, investidores, bancos e pelo próprio governo. É com essa ferramenta que se certifica a capacidade de sua companhia e sua real situação. É uma solução muito importante também para a tomada de decisões.

A forma correta de como criar DRE na contabilidade permite que você tenha uma visão geral do resultado financeiro do negócio. Com isso, é possível tirar dados bastante relevantes.

Podemos citar como exemplos o montante das despesas gerais da empresa, a receita total de vendas e a composição dos gastos relacionados a mercadorias e serviços. Também entram o nível de endividamento em que se encontra a empresa, o lucro conquistado pela corporação com suas operações, as incidências dos impostos sobre os produtos e quais serão as ações possivelmente adotadas.

Dessa forma, é possível determinar que a DRE não deve ser utilizada apenas para fins legais ou fiscais. Esse documento serve também para uma gestão eficiente do negócio e para uma boa governança corporativa.

Com o seu uso, você pode verificar corretamente e de modo crítico os números apresentados. Assim, é possível estipular a eficiência das práticas adotadas pela companhia, possibilitando, uma boa gestão financeira no futuro.

Como analisar a DRE?

Muitas vezes os gestores pensam somente no saldo em caixa, mas não sabem da excelente utilidade desse relatório como um aliado na administração empresarial. Com a DRE, você é capaz de prever se a empresa obteve lucro ou prejuízo, quais despesas e custos estão mais em alta e quais foram os intervalos que apresentaram melhor lucratividade.

Por conta disso, encaminhar esse documento para o seu cliente junto ao fluxo de caixa pode produzir um entendimento de valor diferenciado para a sua empresa. Afinal, com a experiência de um contador, ao verificar a DRE na contabilidade é muito provável que encontre ao menos uma despesa que possa ser reduzida.

Contudo, para que você não perca muito tempo analisando essas informações, é possível utilizar esse relatório de forma analítica. Além de descrever como a DRE é captada do relatório do sistema contábil, também é possível realizar outros modelos de análises a fim de identificar as principais modificações no resultado. Veja, a seguir, como fazer isso!

Análise vertical da DRE

Ao promover uma análise vertical, você consegue calcular qual foi a porcentagem de cada uma das despesas, receitas ou custos referentes ao faturamento bruto. Com isso, torna-se viável observar de forma rápida e eficiente quais despesas contribuíram para diminuir o lucro do período, por exemplo.

Análise horizontal da DRE

Esse modelo de análise tem como objetivo compreender qual foi o aumento ou a diminuição de cada uma das contas ao longo dos meses. Dessa forma, fica mais simples identificar valores conflitantes que precisam ser verificados com maior cuidado.

Indicadores de resultados com base na DRE

As informações da DRE na contabilidade também disponibilizam uma série de indicadores de resultados, a fim de enriquecer ainda mais a análise financeira. Confira, agora, alguns exemplos:

  • Margem operacional: é o indicador que visa mensurar a eficiência da corporação, dado pelo quociente entre o resultado e a receita líquida;
  • EBITDA: métrica cuja sigla significa, em português, “Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização”. Ela atua na avaliação da realidade financeira de negócios de capital aberto;
  • Margem de lucro líquida: é a margem de lucro real, englobando todas as despesas e impostos subtraídos.

DRE é a mesma coisa que Fluxo de Caixa?

Eles não são iguais, mas são relatórios que se complementam. Em relação ao fluxo de caixa, ele precisa apontar a discriminação das entradas e saídas de capital. Isso organiza o saldo da companhia em suas contas bancárias.

Esse documento, além de ser obrigatório para pequenas e médias empresas, é muito importante na administração da viabilidade do negócio em arcar com seus compromissos. Isso porque muitas vezes o empreendimento pode ter lucro mas, a curto prazo, pode não ter capital de giro para pagar as despesas cometidas no período.

Como você pôde perceber, todas as empresas devem contar com esse demonstrativo. Mas ele também é uma opção relevante para que você acompanhe o desenvolvimento de seu negócio e consiga planejar o futuro da empresa com mais clareza.

Como explicado neste artigo, a vida financeira da sua empresa é facilmente demonstrada e visualizada pela criação de uma DRE. Determinadas informações fundamentais à realização de um planejamento tributário ou até mesmo a um planejamento estratégico da companhia são refletidas com o uso desse tipo de documento.

Tudo isso permite que você consiga fazer uma simulação de diversas perspectivas para analisar novos métodos a serem aplicados no decorrer da vida do seu negócio.

A DRE na contabilidade é um documento imprescindível para a prestação de contas para sócios, fornecedores, parceiros e demais agentes econômicos. Então, não deixe de aplicar as dicas mencionadas neste guia e mantenha a saúde financeira da sua empresa em dia!

E aí, o que achou deste artigo? Siga-nos nas redes sociais e fique por dentro de outros assuntos como este! Estamos no Facebook, no Instagram, no Twitter, no YouTube e no LinkedIn.

 

As informações podem estar resumidas e, portanto, incompletas. Este documento / informação não constitui, e não deve ser considerado um substituto para aconselhamento jurídico ou financeiro. Cada situação financeira é diferente e as informações oferecidas são gerais. Entre em contato com seus consultores financeiros ou legais para obter informações específicas sobre sua situação.

Frase dinâmica vendedora de acordo com a caregoria para ter um melhor efeito!

Oferta especial

Até
70
%
off
Teste agora


Sistema de Controle Financeiro para seu Negócio

Veja também

Como realizar a contabilidade estratégica e tornar a empresa mais competitiva?

Para que os negócios sejam capazes de alcançar o sucesso em suas…

Leia Mais

Tudo o que você quer saber sobre marketing digital para contabilidade

Além de ser uma escolha estratégica, apostar em marketing digital para contabilidade…

Leia Mais

Dia do Profissional da Contabilidade: saiba mais sobre a evolução da profissão

Em 25 de abril é comemorado o Dia do Profissional da Contabilidade,…

Leia Mais